sábado, 2 de maio de 2020

O Público do esquerdismo atávico

Isto de hoje:


Depois desta pouca-vergonha de ontem:


Significa o quê, no Público com prejuízos crónicos pagos pela SONAE?

Significa isto que hoje a esquerdóide São José Almeida, a verdadeira alma do jornal escreve, sobre a TAP:


A nostalgia das empresas públicas traduz a verdadeira noção que esta gente tem da economia: a da permanente voragem da bancarrota, em nome de ideais marxistas de base.
Nada aprenderam, nada esqueceram e estão sempre na rodinha dos ratos que tentam subir a escada da vida social: nunca saem do mesmo sítio.

Esta gente tem um fascínio assolapado por bancarrotas e por isso despreza os factores que as determinam. Antes, acaparam-nos como se fosse de estimação. Depois de tudo correr mal, queixam-se dos mesmos de sempre, o capitalismo explorador e nunca da própria estupidez ideológica. Em seguida apresentam a conta ao povo, mostrando-lhe os "elefantes brancos" como se fossem animais exóticos que vieram do estrangeiro...

Foi assim em 1975-78; em 1984 e em 2008. Sempre os mesmos, sempre na mesma. E as bancarrotas ficam sempre órfãs ou quando muito são apresentadas a pais que lhes são alheios.


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