quinta-feira, 7 de maio de 2020

Isto não é populismo racista nenhum...

CM de hoje: o futebolista Quaresma, um pequeno génio da bola quer ir além da chinela e inventa uma politiquice que se lhe afigura correcta.

André Ventura diz o que toda a gente de senso comum pensa: os ciganos têm que se dar ao respeito, como comunidade com características próprias. Tal respeito passa pelo cumprimento da lei vigente no tempo em que estamos, mesmo que o poder político deva respeitar os seus costumes, seculares e que nunca contenderam seriamente com a sociedade em que se inserem, embora de modo algo marginal.

Casar aos 13 anos deve ser admitido entre ciganos? Sim, porque sempre foi assim e a evolução nessas coisas é muito lenta. Então deveria ser a lei a adaptar-se a tal...porque por agora tal é crime e grave.

Viver em comunidade e comportar-se de modo a colocar em risco a saúde da mesma comunidade, tal como pode estar a suceder na actual crise sanitária? Não e tal tem que ser compreendido pelos Quaresmas todos  em vez de andarem com demagogias baratas dos sos do racismo de bolso.
Pergunte-se aos Quaresmas se concordam com a circunstância costumeira de se aceitar que uma menina de 13 anos possa casas...e veremos a resposta.

André Ventura nisto tem razão.


Vale a pena ouvir o que o primeiro-ministro disse no Parlamento a propósito do assunto, a André Ventura e que o Observador destaca de um modo que dá a entender que mesmo este órgão informativo anda a deslizar no populismo demagógico de um certo poder. O unanimismo está a chegar ao Observador...


"não há nenhum problema com a comunidade cigana e são portugueses como os outros. Há séculos".

Aparentemente este discurso politicamente correcto esconde a realidade: de facto, pela primeira vez o próprio primeiro-ministro fala na "comunidade cigana",  para distinguir o que depois diz não querer distinguir. Depois, ao não reconhecer o problema, faz apenas como as avestruzes. Toda a gente vê o que estas pessoas em nome do politicamente correcto se recusam a ver...

Ora a polémica instalada talvez seja útil ver como se desenvolveu, a partir de um "texto de Ricardo Quaresma" no Facebook. Aparentemente anti-racista mas profundamente anti Chega e muito suspeito quanto à verdadeira autoria porque demasiado rebuscado em conceitos e terminações. Terá sido mesmo o Ricardo Quaresma a escrever isto?


Por outro lado já há uma petição e abaixo-assinado a correr, com assinaturas  (re)conhecidas.

SOS!

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