Paralelamente, as despesas correntes da AR sobem também de 75,6 milhões de euros para cerca de 81 milhões de euros, com acréscimos em despesas como "combustíveis e lubrificantes" (mais 20 mil euros), "limpeza e higiene" (mais 75 mil euros) - alíneas como "material de escritório", "consumíveis de informática", "Livros e documentação e outras fontes de informação" e "artigos honoríficos e de decoração" sofrem também aumentos, mas menos significativos.
A aquisição de serviços, por seu turno, sobe quase 1,4 milhões de euros, com derrapagens em rubricas como "água" e "electricidade", "limpeza e higiene", "conservação de bens", "locação de material de transporte", "locação de outros bens", "comunicações" (mais 98,5 mil euros), "deslocações e estadas" (mais 64,5 mil euros), "estudos, pareceres, projectos e consultadoria" (cerca 157 mil euros adicionais) ou "outros trabalhos especializados" (592 mil euros a mais).
Estas pessoas que nos representam não têm a mais leve noção do que é ter vergonha. Se tivessem, mostravam que o exemplo deve vir de cima. E neste caso, da Assembleia da República. Assim, alguém deverá sentir-se obrigado a conter despesa pública e a poupar seja o que for?