sexta-feira, 29 de julho de 2011

Queremos mentiras novas

Sapo:
O ex-primeiro-ministro José Sócrates esclareceu hoje que nunca teve relações directas com o antigo director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), negando que alguma vez o tenha autorizado a passar dados à Ongoing.

Talvez seja esta a ocasião de reapreciar o crime de atentado ao Estado de Direito...materializado naquilo que a Comissão de Inquérito apurou e o MºPº também apurou e que o SIS tinha o dever de reportar às entidades competentes para investigação. Mais nao fosse e porque passam muito tempo a ler jornais, logo que saiu a notícia do Sol. A propósito: será que foi apenas a TVI de Moniz/Bairrão a ser alvo de relatório específico? É que o Sol tem e tinha já capitais angolanos e o que valia como pretexto para investigar a TVI valeria por maioria de razão para o Sol...
Portanto, a minha dúvida é esta: será que o SIS não fez uma perninha aos negócios do Sol com os angolanos? Era bom que se soubesse-se sim ou se não.
O SIS não viu a gravidade destas coisas que atentam contra o Estado de Direito, mesmo com uma norma penal " adormecida"? Andou a dormir , o então director? A corda, então! Não viram ou não quiseram ver porque o principal suspeito era o chefe. E o Olrik que ajudava o chefe sabia perfeitamente disso. Se é que não participou na coisa, porque a dúvida é legítima.

11 comentários:

Vitor disse...

José, uma curiosidade minha.
Se "alguém" entrou recentemente (mais do que uma vez) na conta de email de um cidadão com impostos em dia, através de um browser desconhecido com endereço IP localizado na China e sem o cidadão ter autorizado essa intromissão, sem ter revelado a alguém a sua password e sem ter estado alguma vez na China, que entidades lhe parece ser possivel accionar para detectar a identificação da "entidade" intrusa?

josé disse...

A PJ, naturalmente. E através de uma queixa formal.Porque é lá que está o departamento específico para a criminalidade informática.
Num caso especial aconselho uma conversa particular com o especialista e personalizada, depois de se terem tirado informações sobre o dito cujo. Assim a modos como o governo fez com o Bairrão...ahahaha!

Mani Pulite disse...

O SÓCRETINO NÃO TEVE RELAÇÕES DIRECTAS COM O TAL SECRETO DO SIED.CLARO QUE NÃO!NÃO ERA UM DUO,ERA UM MÉNAGE À TROIS.TOPAM?

Vitor disse...

Ehehehe.
A nossa sorte é que costumamos brincar com coisas que seriam sérias. Mas se as levássemos a sério andariamos todos deprimidos.

josé disse...

Costumo dizer que se ninguém quiser que se saiba o que fazemos o melhor é não fazer, porque o diabo tapa com uma mãe e destapa com as duas.

Mas isso também é válido para os olriks.

Wegie disse...

A PJ já conhece os 10 e-mails que em Portugal receberam correspondência do Breivick...

josé disse...

Adianta-lhes um corno. Receber mail se alguém significa o quê? Receber mensagem electrónica ( o Dr. Plácido que viveu vários anos em Inglaterra e casou com uma irlandesa recusa-se terminantemente a usar termos ingleses para descrever o que pode ser dito em português) de um psicopata quer dizer o quê, afinal?

Esta PJ ( e o DCIAP) em vez de andar atrás de quem ficou com o dinheiro do BPN anda a entreter-se com estas merdices.

Wegie disse...

Mas um super-espião que deixa que lhe apanhem os mails deve ser um gajo especial. Deve ser o mesmo a quem roubaram o carro em Albufeira.

josé disse...

É preciso saber quem foi o Olrik que o fez. Com um pouco de sorte...se houvesse mesmo votade, o gajo ia dentro. Já tarda e só se faria justiça.

Esta gentalha lembra-me a entourage do Nixon mas são mais espertos.

Deus queira...

skeptikos disse...

«DÍVIDA AO BPN ATINGE 5,8 MILHÕES

A dívida de Duarte Lima ao BPN ultrapassava, no final de Maio passado, o montante de 5,8 milhões de euros.

O débito é revelado pelo próprio ex-deputado do PSD na declaração de rendimentos que entregou no Tribunal Constitucional, em 31 de Maio, para corrigir o património que declarara em Novembro de 2009, quando apresentou a declaração de cessação de funções de deputado.

As correcções ao património entregues por Duarte Lima revelam ainda que em 2005, quando iniciou as funções de deputado, o montante da dívida ao BPN era superior a 6,6 milhões de euros.

Na declaração que introduz correcções ao património declarado em Novembro de 2009, Duarte Lima assume que tem "um financiamento de 5 843 167 euros junto do BPN". E, na declaração que corrige o património declarado em 2005, o ex-deputado assume que, nessa altura, tinha "um financiamento de 6 628 000 euros junto do BPN".

Com estes dados, constata-se que, desde 2005, a dívida ao BPN diminuiu 784 833 euros.» http://crimeejustica.blogspot.com/2011/07/domingos-duarte-lima-escondeu.html

josé disse...

O problema não é a dívida. É mais o das garantias. Aposto que foram muito bem estudadas.

Comé qué?