Fernando Nobre anunciou que retirou a candidatura a presidente da Assembleia da República e vai ficar como deputado.
Segundo Sousa Tavares, em comentário na SIC, Fernando Nobre pertence a essa nobre agremiação secreta que se reúne habitualmente em segredo e cujos membros envergam avental. A Maçonaria portuguesa perdeu por isso mesmo o confronto com a outra agremiação sigilenta que se cilicia em segredo e que insiste em misturar o que é de César com O que não lhe pertence.
A questão que se coloca sempre nestes casos é muito simples: que legitimidade têm essas agremiações em actuar numa democracia como se fossem as suas Sombras tutelares e que lhe confiscam cargos de responsabilidade como se estivessem em leilão ou que os arrematam por tráfico de influência?
Que seriedade merece uma actuação dessas numa democracia, supostamente um regime de transparência e correcção política em que quem vota deve saber em quem e porquê?
Estas pessoas que infliltraram o PS e o PSD ao mais alto nível, porventura até ao cimo do topo, não pensam nisto? Acham que somos uma cambada de palermas que temos de aceitar o que decidem em conclaves secretos e sem dar satisfação a ninguém que não os seus?
A resposta é também simples: acham isso mesmo.
Salazar proibiu a Maçonaria por causa do seu papel na I República. A Maçonaria não desapareceu mas não mandava como hoje, sem qualquer ponta de vergonha que não tem e nunca teve. Alguns ministros de Salazar seriam maçons e até o próprio Salazar, segundo algumas teses, não desmerecia as lojas. Desde que tivessem as portas fechadas e não fizessem barulho para os vizinhos. E que não se lembrassem de começar a por e a dispor.
É tempo de alguém fazer alguma coisa para fechar a porta dessas lojas que andam por aí. O primeiro passo é denunciar os seus membros, para ver se ganham vergonha.
Segundo Sousa Tavares, em comentário na SIC, Fernando Nobre pertence a essa nobre agremiação secreta que se reúne habitualmente em segredo e cujos membros envergam avental. A Maçonaria portuguesa perdeu por isso mesmo o confronto com a outra agremiação sigilenta que se cilicia em segredo e que insiste em misturar o que é de César com O que não lhe pertence.
A questão que se coloca sempre nestes casos é muito simples: que legitimidade têm essas agremiações em actuar numa democracia como se fossem as suas Sombras tutelares e que lhe confiscam cargos de responsabilidade como se estivessem em leilão ou que os arrematam por tráfico de influência?
Que seriedade merece uma actuação dessas numa democracia, supostamente um regime de transparência e correcção política em que quem vota deve saber em quem e porquê?
Estas pessoas que infliltraram o PS e o PSD ao mais alto nível, porventura até ao cimo do topo, não pensam nisto? Acham que somos uma cambada de palermas que temos de aceitar o que decidem em conclaves secretos e sem dar satisfação a ninguém que não os seus?
A resposta é também simples: acham isso mesmo.
Salazar proibiu a Maçonaria por causa do seu papel na I República. A Maçonaria não desapareceu mas não mandava como hoje, sem qualquer ponta de vergonha que não tem e nunca teve. Alguns ministros de Salazar seriam maçons e até o próprio Salazar, segundo algumas teses, não desmerecia as lojas. Desde que tivessem as portas fechadas e não fizessem barulho para os vizinhos. E que não se lembrassem de começar a por e a dispor.
É tempo de alguém fazer alguma coisa para fechar a porta dessas lojas que andam por aí. O primeiro passo é denunciar os seus membros, para ver se ganham vergonha.