Medina Carreira na Sic-Notícias agora mesmo: na presente situação justificar-se-ia uma averiguação criminal relativamente aos motivos que nos trouxeram aqui, até onde estamos economicamente.
Acha tal coisa porque nos últimos vinte anos a situação actual era previsível. Por isso mesmo a responsabilidade pode ser de índole criminal.
Subscrevo. Porém, há um pequeno problema neste raciocínio. Em primeiro lugar com o PGR Pinto Monteiro. É completamente vão esperar uma investigação criminal do género que teria de ser realizada pelo DCIAP, um departamento do MP que depende directamente do mesmo, através da sua directora Cândida de Almeida. E possivelmente com uma equipa especial, porque só assim se chegaria a qualquer conclusão. E não adiantaria sindicar em geral a política económica mas apenas focar a atenção em determinados contratos ( por exemplo de parceria público-privada ou o que se passou com os bancos).
Pinto Monteiro já disse por diversas vezes que a política não deve ser sindicada pela instituição judiciária porque isso representa uma intromissão do poder judicial no político. José Sócrates na última comunicação ao país, na noite eleitoral, disse o mesmo.
Portanto, temos um problema que só o presidente da República pode resolver. E...será que o vai resolver ou também não lhe interessa muito mexer neste pântano, com receio de sair, também ele, salpicado com a lama?
PS. Medina Carreira no final da intervenção afirmou que qualquer dona de casa poderia ter visto o que os ministros das finanças não viram. E por isso mesmo acha que a responsabilização política, sendo igual a zero, deveria ser complementada com a responsabilização criminal.
Principal suspeito: tal como diz Pedro Ferraz da Costa na entrevista ao i, o ministro Teixeira dos Santos que já vem do tempo de Guterres. Teixeira dos Santos já foi considerado há anos o pior ministro das Finanças da Europa. Ninguém ligou...
No outro dia falou, todo impante, dizendo que estava muito satisfeito com a prestação. Medina Carreira terminou dizendo que no outro dia disse a um familiar de um ministro que ficariam conhecidos como "os assassinos do futuro de Portugal."
Pinto Monteiro já disse por diversas vezes que a política não deve ser sindicada pela instituição judiciária porque isso representa uma intromissão do poder judicial no político. José Sócrates na última comunicação ao país, na noite eleitoral, disse o mesmo.
Portanto, temos um problema que só o presidente da República pode resolver. E...será que o vai resolver ou também não lhe interessa muito mexer neste pântano, com receio de sair, também ele, salpicado com a lama?
PS. Medina Carreira no final da intervenção afirmou que qualquer dona de casa poderia ter visto o que os ministros das finanças não viram. E por isso mesmo acha que a responsabilização política, sendo igual a zero, deveria ser complementada com a responsabilização criminal.
Principal suspeito: tal como diz Pedro Ferraz da Costa na entrevista ao i, o ministro Teixeira dos Santos que já vem do tempo de Guterres. Teixeira dos Santos já foi considerado há anos o pior ministro das Finanças da Europa. Ninguém ligou...
No outro dia falou, todo impante, dizendo que estava muito satisfeito com a prestação. Medina Carreira terminou dizendo que no outro dia disse a um familiar de um ministro que ficariam conhecidos como "os assassinos do futuro de Portugal."