Se fosse por cá, para além das cabalas e da interferência descarada no sistema de Justiça, com alusões abertas e despudoradas à falta de isenção dos seus magistrados e às "campanhas negras" contra eles, culminando na revisão das leis penais, ainda haveria quem proclamasse o suspeito como "futuro primeiro-ministro de Portugal", como o fez uma aluada que anda por aí a escrever aleivosias a esmo.
Há uma diferença cultural de relevo que contrasta com a excessiva punição de actos que por cá são corriqueiros e desvalorizados. Veja-se o caso do psiquiatra absolvido...