domingo, 8 de maio de 2011

O "radicalismo da direita"...

Sol:

O secretário-geral do PS, José Sócrates, distribuiu hoje no Porto críticas ao 'radicalismo ideológico' da direita e à postura 'passadista e imobilista' da esquerda 'radical', num discurso centrado na defesa da escola pública.

Considerando que a escola pública será um dos temas-chave das eleições de 05 de Junho, José Sócrates criticou os que, a pretexto da situação económica, insistem na aposta no privado.

Mas essa é, disse, “uma ideia aventureira, perigosa e radical, que vai estar em causa também nestas eleições”.

Para o líder socialista, que falava no Porto durante um fórum sobre Educação, a proposta do PSD, “disfarçada”, é a de que se “pode e deve transferir recursos do sistema público de educação também para financiar privados”.

“E dizem isto com aquele ar cândido de quem está apenas a propor liberdade de escolha”, ironizou, lembrando que os países que fizeram essa opção passaram a ter boas escolas privadas “para ricos” e uma escola pública “degradada e decadente”.

José S. tem os dois filhos em escolas privadas. E não é em qualquer uma. Um no Colégio Moderno. Outro no Colégio Alemão. E depois, publicamente, tem este discurso jacobino e de essência hipócrita.

Esta coerência na hipocrisia nada o incomoda porque está habituado a isto tal como respira.

3 comentários:

JC disse...

Aqui está dada a resposta à pergunta que tinha deixado na caixa de comentários do artigo "A Semiótica Familiar Lusa".

Como calculava, este cretino tem os filhos nos mais caros e, dizem, melhores colégios privados do País.

FICO À ESPERA QUE NOS DEBATES TELEVISIVOS QUE SE VÃO REALIZAR UMA QUALQUER JUDITE DE SOUSA O CONFRONTE COM ESTE FACTO.

Ou, ao menos, que o Passos Coelho seja suficiente ladino para o confrontar com esta evidência.

"Senhor engenheiro, porque diz tão mal da escola privada e tem lá os seus dois filhos?"

zazie disse...

Mete nojo.

José disse...

Por favor, senhor ainda PM de Portugal, não continue a enganar os portugueses com o descalabro a que permitiu deixar chegar a educação dos nossos filhos. Não trabalhe somente para as estatísticas do nosso sistema de ensino, actual. É preferível termos pela frente um ex aluno que ainda saiba escrever corretamente o seu nome, lendo e interpretendo um pequeno diálogo, mesmo e só com o 4º ano, a enganar o sistema com as ditas novas oportunidades onde alguns desses alunos se dizem diplomados com o 8 ou 9º ano sem saberem sequer escre´ver o nome.Os nossos professores do 1º ciclo e por diante, não merecem tão grande vexame de impura aprendizagem deixando-os desacreditados