quinta-feira, 12 de maio de 2011

Mais uma história de proveito e exemplo

Esta, contada no jornal i de hoje, por Eduardo Catroga:



"Há um episódio curioso com a CGD a propósito de Manuel Pinho ( o inenarrável ministro da Economia do ainda mais Inenarrável primeiro-ministro- nota minha). Em Outubro ou Novembro, convidou-me para almoçar e disse:" Dizem que vou para a CGD, mas aquilo só dá 350 mil euros e o carro também não é grande coisa..." Eu aqui resolvi gozar: "Ó Manuel, a CGD nunca deu dinheiro, dava prestígio. Quem ia para administrador tinha status. Agora vocês abandalharam o banco todo! Meteram lá o Vara e o Bandeira [presidente e vice-presidente da CGD]! Abandalharam aquilo tudo!" Meteram lá o aparelho que controla os movimentos de crédito da CGD. A Caixa está ao serviço de interesses."


Foi Catroga quem o disse e hoje é citado nos media por causa de ter referido umas "pentelhices". O sumo da história não lhes interessa, como habitualmente. Mas as pentelhices é como se fosse pão para a boca...

5 comentários:

joserui disse...

Para estes borra botas, uns e outros, 350 mil por ano + mordomias já nem é dinheiro. Por estes pequenos exemplos vai-se a gente apercebendo onde isto já vai. -- JRF

zazie disse...

Ai foi isto. Nem sabia. O jmf54 só se deliciou com as pentelhices.

Wegie disse...

Andamos nós via EDP a pagar uma cátedra desse imbecil na Universidade de Columbia. 3 milhões é melhor do que 350 mil.

Wegie disse...

Como é que um banco central como Banco de Portugal vai passar a supervisionar as políticas de remuneração no sector bancário, impondo práticas que promovam uma «gestão sólida e eficaz dos riscos», de acordo com um decreto-lei hoje aprovado, se o seu presidente aufere 3 vezes mais do que o presidente do FED?

ZéBonéOaparvalhado disse...

"o inenarrável ministro" - para o "José", o Sinatra, também era inenarrável - é obra. lol